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terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Índio e Cowboy do Mês: Maria Antónia da "Vida em Azul Cueca"

Esta menina bonita é Maria Antónia.

             

Uma menina muito curiosa, cheia de imaginação que adorava o seu triciclo,


tomar banho no tanque com os primos



 e que teve a brilhante ideia de cortar o seu próprio cabelo...acto de que se arrepende até hoje.




Entretanto, a Maria Antónia cresceu e hoje é a  fantástica MAC da “Vida emAzul Cueca”.

A mãe mais sarcástica e divertida da blogosfera.

Não acreditam? 






E espreitem o seu facebook:

                

               


                        

                        


E não percam estes hilariantes posts
O sapateiro

O closet


Para além de ser dona de um sentido de humor irrepreensível, é a mãe babada de dois pequenos índios e cowboys, também gosta de incorporar os brinquedos deles na decoração lá de casa, organizar as suas festas de aniversário e tem um jeito incrível para trabalhos manuais, incluindo a recuperação de móveis.
Sabem aqueles projectos DIY que vemos no Pinterest e  tentamos reproduzir em casa?
Pois... tudo isto foi feito pela talentosa MAC.












             





              

E cada vez que entrevistamos alguém, chegamos à agradável conclusão que há muito índio e cowboy por aí…
Afinal, temos lençóis de berço, cabides de criança, t-shirts do Tintin e caixas de bolachas da la Cure Gourmande …exactamente iguais aos da Mac. 
Bem-vinda à Tribo, querida Maria Antónia!







1.      O que queria ser quando era criança?
Queria ser operadora de caixa de supermercado. Até houve um Natal em que recebi uma caixa registadora em plástico cor-de-laranja, mas como tinha sonhado com uma verdadeira, fiquei muito desiludida.

2.       Melhores memórias de infância?
As férias grandes com dois meses na praia e um mês no Alentejo com os meus primos, em que passávamos o dia na rua e a tomar banho no enorme tanque, até nos chamarem para tomar banho, e os Natais no Porto em casa da minha avó paterna.

3.      Livro infantil preferido?
A “Anita”. Adorava as ilustrações e continuo a adorar.

4.      Filme infantil preferido?
“Se a Minha Cama Voasse”. Era muito pequena e até me convenci que era possível fazer a minha cama voar.

5.      Música infantil preferida?
Gosto de tantas! E gosto muito da “Joana Come a Papa”, que continua muito presente aqui em casa desde que sou mãe.

6.      Brinquedo preferido em criança?
O triciclo e uma cozinha que tinha um fogão e uma máquina de lavar a loiça. Também tinha vários alimentos em plástico e loiças, lembro-me do frango assado, das batatas fritas, do ovo estrelado, da fruta e do pacote de leite, etc. Também tinha um lava-loiças, e eu adorava fingir que cozinhava e lavava a loiça. Ainda hoje tenho uma perdição por cozinhas.

7.      Brincadeira preferida em criança?
Adorava a Macaca, mas lembro-me que me era difícil desenha-la com giz no chão.

8.      Se pudesse voltar a ser criança o que faria?
Não tinha cortado o cabelo, até ficar quase careca.

9.      Fontes de inspiração para o trabalho e para a vida?
Sem sombra de dúvida, os meus filhos.

10.   Blogues e sites que segue habitualmente?
 Sigo muitos, seria muito injusto referir só alguns.


terça-feira, 18 de novembro de 2014

Índio e cowboy do mês: Vírgínia Otten

Esta encantadora menina que tem um cavalo de madeira igual ao que tivemos lá em casa é a 
Virgínia.



E aqui está a pequena Virgínia com o seu primeiro triciclo com o seu avô, a mãe e a cadela Fifi.


E como nos adorámos fotografias analógicas dos álbuns de família. E deliramos com as cores! E todos os pormenores da roupa e da decoração!


A Virgínia cresceu rodeada de todas estas referências e desenvolveu um dom.

Imaginem bonecos que de tão bonitos  e expressivos parecem ter “ olhos de gente” e levam-nos acreditar que têm vida própria.

Um gato friorento que gosta de beber chá,  uma lebre que tem um amigo ganso, duas senhoras gordinhas e sorridentes que gostam de costurar e um cão orelhudo que tem um ganso de estimação entre outras personagens encantadoras.






          

               


E foi essa a sensação com que ficámos quando conhecemos as criações absolutamente mágicas da Virgínia.

Gansos, lebres, gatos, cães e bonecas absolutamente irresistíveis feitos à mão com todo o carinho e com tecidos suaves especialmente indicados para crianças.

E mantas de retalhos dignas de figurarem em “Uma casa na Pradaria”, uma das séries preferidas da Virgínia.

        

          

E depois de conhecermos um pouco mais da Virgínia, juro que a imaginamos a correr por um prado feliz e com cabelos ao vento seguida da sua família.


Poderão contactar a Virgínia e encomendar peças na sua página de facebook aqui ou no seu blogue "Amo-te Mil Milhões", aqui.

E estas são as suas respostas à nossa entrevista.
E cada vez chegamos mais à conclusão que há um fio condutor invisível que une todos os membros da nossa Tribo.
Leiam as outras entrevistas e vejam lá se não temos razão.
E se têm pequenos índios e cowboys lá em casa, tentem imaginá-los adultos e pensar nas respostas que eles dariam.
É um belo exercício...

 Obrigada, Virgínia por partilhar connosco um pouco do segredo do mundo encantado do “Amo-te Mil Milhões” e bem-vinda à Tribo!


1.      O que queria ser quando era criança?
Não me lembro de pensar nisso quando era pequena. Cresci com os meus avós paternos, que tudo fizeram para que eu crescesse em segurança e com amor, dando-me uma casa, uma família e muito, muito mais. Faltou-me ser filha. Sem saber, era isso que eu queria ser.

2.       Melhores memórias de infância?
Estar sentada no sofá da sala entre a minha bisavó e a minha avó a fazer crochet. A minha avó fazia as rosetas, eu acrescentava-lhes um hexágono à volta e a minha bisavó juntava as peças soltas. A lareira estava acesa, o meu avô via televisão e aquele era o meu porto seguro. À hora de dormir, o sofá transformava-se em cama e a sala passava a ser o meu quarto.
No Verão passava os dias na rua. O meu bisavô pegava em mim e nas minhas primas e em todas as crianças da praceta que nos quisessem acompanhar e íamos ao parque infantil - tão bonito que aquele parque  era– e apanhávamos sacos cheios de pinhões! Havia também casas apalaçadas abandonadas – a aventura que era entrar naquele mundo desconhecido, assustador mas ao mesmo tempo tão tentador. Éramos sempre muitos mas quem tinha a sorte de levar aquele avô para casa era eu.


3.      Livro infantil preferido?
Eu tinha muitos livros. Passava horas no meio deles, mesmo antes de saber ler. Nessa altura eram as ilustrações que me cativavam, claro. Através delas eu podia ganhar asas e voar, eram uma forma poética de me libertar. Lembro-me das ilustrações de Maria Pascual, Marcel Marlier, Joana Isles, Alain Grée... A certa altura senti-me muito próxima de “O Gigante Egoísta”, de Oscar Wilde. Não o largava.


4.      Filme infantil preferido?
O filme infantil preferido é, sem dúvida alguma, Mary Poppins. Não sei com que idade o vi pela primeira vez mas sei que nunca me vou cansar de o ver. É um trabalho impressionante para a época e continua sempre actual e inspirador. Desde que vi Saving Mr. Banks que passei a admirá-lo ainda mais.
Da televisão recordo com saudade Os Cinco, O Sítio do Picapau Amarelo, o Verão Azul e tantos outros. Lembro-me de ficar colada à televisão quando dava a Casa na Pradaria. Queria ser aquela menina que corria colina abaixo. Hoje quero ser a mãe dessa família.

5.      Música infantil preferida?
“Alecrim dourado”, canção popular; “We all stand together”, de Paul Mccartney; “ A roda dos amigos”, de José Barata Moura.

6.      Brinquedo preferido em criança?
A casa de bonecas que o meu bisavô me construiu, grande, com dois andares. Não só a construiu como a decorou com móveis também feitos por si. Infelizmente, a casa não sobreviveu ao tempo mas os móveis estão comigo e estão muito bem para a sua idade. Sinto-me grata por me ter dado algo tão bonito, algo feito com o coração. Foram dias de trabalho e a atenção que deu aos detalhes ainda hoje me inspira. E eu estava lá, sentada a seu lado, a absorver toda aquela magia enquanto trabalhava.
  
7.      Brincadeira preferida em criança?
Ficar todo o dia na rua, até anoitecer, com as crianças da vizinhança. Se faltasse alguém íamos bater à porta para saber o que se passava (e entrávamos casa adentro para o ir buscar). Eram dias longos, férias de verão eternas, a infância no seu melhor. A vida era infinita!

8.      Se pudesse voltar a ser criança o que faria?

Brincava na rua, ficava na cama, ouvia uma história, recebia um abraço, falava sozinha, ria, chorava, sonhava, acreditava, perdia tempo, não fazia nada. Agarrava os meus avós e dava-lhes o melhor abraço do mundo. Dizia a mim mesma que um dia teria uma outra família, uma outra vida. Dizia a mim mesma que tinha nascido para ser feliz.

9.      Fontes de inspiração para o trabalho e para a vida?
A minha infância é a minha fonte de inspiração. As pessoas com quem cresci, que tinham tanto de velhos sábios quanto de eternas crianças que acreditavam na vida e a viviam com gosto. A casa, que era um duplex mas aos meus olhos era um palácio onde tudo se criava, onde toda a família se reunia, onde eu tinha espaço e silêncio também. Aquilo que não vivi, que ficou cá dentro por crescer como uma semente sem chuva também me inspira e quase aos quarente anos descubro que algumas mágoas antigas podem, afinal, florir. Muitos dos meus trabalhos carregam consigo um pouco de tudo isso e eu bordo mais um sorriso e tudo se transforma.

10.   Blogues e sites que segue habitualmente?

SouleMama, Froken Skicklig,  Inside a Black Apple, Ann Wood, Fig & Me, Kate Davies Designs, Foxs Lane são alguns dos blogues que gosto de seguir. Algunssigo há anos e sinto que já faço parte da família. Gosto particularmente daqueles que me mostram vidas interessante e inspiradoras de uma forma mais descontraída, natural, honesta. Aqueles que são bonitos mas demasiado encenados acabam por me aborrecer. Há que ter uma mensagem, uma partilha, algo a acrescentar – mas que seja verdadeiro e único, sem medo de arriscar.

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Índio e Cowboy do mês: Carla Cantante

O Marcel  Marlier, ilustrador dos livros da “Anita” merece definitivamente um lugar no Céu ou em alguma ilha paradisíaca.
Se ele soubesse a quantidade de meninas portuguesas nascidas na década de 70 que inspirou, sorriria e teria a noção de dever cumprido.
A nós, só nos resta enviar uma mensagem de agradecimento ao Marcel (onde quer que ele esteja) e prometer que continuaremos a passar de geração em geração com muito carinho os livros da Anita.

Tudo isto a propósito da encantadora Carla, a menina desta fotografia.

 

A Carla cresceu rodeada de livros da Anita, tornou-se designer e apaixonou-se pelo Pedro.
E desta paixão, nasceu a Anita Picnic – os cestos para piquenique mais charmosos do mercado.
  
Os cestos são feitos à mão, por artesãos nacionais segundo desenhos e indicações dadas pela Carla e Pedro. Alguns são totalmente propostos por eles outros são adaptações de modelos clássicos.
O design de padrões utilizado no têxtil,  têxtil é feito pelos  parceiros MAGA Atelier e os tecidos são produzidos e confeccionados em Portugal.

Podem ver e comprar os cestos e restantes produtos em www.anitapicnic.com

E nós adoramos a história contada tão bem por eles: “Pedro Pires e Carla Cantante vivem apaixonados. Um pelo outro e pelas coisas bonitas que os rodeiam. Gostam de design, de música, de arte e de crianças. Gostam de viajar. Gostam de ler deitados na erva. Gostam de dançar até tarde. Gostam de coisas velhas que são novas e coisas novas que parecem velhas. Gostam de brunch e mergulhos em lagoas. Gostam de areia nos pés e sorrisos nos olhos. Gostam de jardins e de fazer picnics com os amigos.
Anita Picnic é uma ideia original de Carla Cantante e Pedro Pires que depois de anos a criar marcas para outros decidiram fazer uma para eles.”


 








1.      O que queria ser quando era criança?
Era grande a minha imaginação o que fazia com que tivesse inúmeras preferências e vontades para quando crescesse mas as que mais me marcaram foram: vendedora de peixe, cantora de ópera ou apresentadora de TV.
Parte das minhas férias de Verão eram passadas na Figueira da Foz. Todos os sábados ia ao mercado comprar peixe com a minha avó e reparava nas mulheres que vendiam o peixe e o modo como apregoavam. Tudo me fascinava, a energia, as roupas mas principalmente os pregões. Sempre que regressava a Lisboa e, durante muito tempo, recriava essas mesmas mulheres e os seus pregões até enlouquecer os vizinhos. Mais tarde, veio a vontade de querer ser cantora de ópera. A minha tia-avó era uma espectadora assídua das óperas que passavam no Canal 2 e houve uma altura em que costumávamos ver juntas. Era o programa dos nossos serões. Com o passar do tempo fiquei fixada naquelas personagens e na forma como cantavam.
No fundo, acho que gostava era de fazer barulho!
Depois, influenciada pela minha prima começamos a fazer programas de televisão. Era preparado o telejornal, a novela e o típico concurso de tv dos anos 80. À noite apresentávamos a quem estivesse por perto.

2.       Melhores memórias de infância?
Os piqueniques em família, o coreto, as férias de Verão, o cheiro dos caracóis acabados de fazer, as amoras, os passeios de bicicletas à la Verão Azul, o acampamento de arqueologia em Foz Côa, a banda da música, o sótão, os jogos de ping-pong, as noites quentes, a Nutela no pão, as urtigas, a casa na árvore, os baloiços de madeira, as lagoas, o primeiro beijo.

3.      Livro infantil preferido?
Os livros da Anita, claro! O meu pé de laranja lima, os livros Sophia Mello Breyner,
Os Cinco, o Diário do Adrian Mole e mais tarde, Agatha Christie. As revistas Vogue trazidas do estrangeiro pela avó da minha amiga que mais tarde me foram presenteadas.


4.      Filme infantil preferido?
“Dumbo”, “Pinóquio” e “O Mundo fantástico de Oz” da Walt Disney, “E.T.” de Steven Spielberg,  e a “História Interminável”de Wolfgang Petersen.
Música infantil preferida?
É impossível escolher apenas uma música no meio de tantas que me influenciaram e me saltam à cabeça assim que volto atrás no tempo. Todas as músicas dos filmes que referi acima, dos desenhos animados que via: Sítio do Picapau Amarelo, a Heidi, O Marco, Tom Sawyer e das séries mais tarde que assistia: O Verão Azul e os Cinco. E dos muitos vinis do meu pai, havia David Bowie.

5.      Brinquedo preferido em criança?
Bonecas de papel,  cubo mágico e o view master.

6.      Brincadeira preferida em criança?
As brincadeiras de férias com as minhas primas. A preferida eram as partidas que fazíamos à minha tia-avó Eugénia. Todos os dias, preparávamos meticulosamente um disfarce para a irmos abordar. Umas vezes éramos turistas perdidas, outras vendedoras ambulantes, etc. O guarda-roupa e a maquilhagem eram preparadas no dia anterior sempre meticulosamente pensado. A noite que antecedia a partida, passávamos a noite em claro, ansiando pela partida do dia seguinte. Tudo tinha de estar perfeito porque tínhamos a certeza que não iríamos ser descobertas.

7.      Se pudesse voltar a ser criança o que faria?
Fazia tudo igual. Sou uma afortunada na infância que tive e não tenho arrependimentos. Tudo aconteceu como tinha de ser e na altura certa.
8.      Fontes de inspiração para o trabalho e para a vida?
No trabalho são várias as referências e vêm de sítios tão dispares que se torna difícil referenciar todas. No geral vêm da moda, street art, arte contemporânea, da música, da infância, das exposições, das viagens.
Para a vida são as pessoas mais próximas que me acabam por influenciar: o meu filho, o meu namorado, os meus pais, minha avó e os meus amigos.
9.       Blogues e sites que segue habitualmente?
Os blogues são muitos e muito variados e é sempre obrigatório consultá-los antes de começar um dia de trabalho. O Tumblr enche-me o dia com imagens bonitas e depois há todos os outros que passam por dar referências de moda, life style, arte, música como por exemplo:
   


quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Índio e Cowboy do mês: Mónica Dinis


Esta encantadora Minnie é a Mónica.

             

A Mónica sempre disse que queria ser artista.
Adorava desenhar e brincar com as  bonecas. Fazia-lhes roupas e construía a sua casa com livros. Brincava também muito às receitas. No jardim, juntava relva, terra e fazia os mais variados “cozinhados.
            
Um eterno ambiente de festa. E de  festas, percebe a Mónica.
Há cerca de 4 anos criou a "Docinho de Açúcar", sem exagero, a loja com a selecção de produtos mais giros para festa a nível nacional.
Nós somos suspeitos porque costumamos lá passar com alguma regularidade e não resistimos a trazer sempre alguma peça... como este cake stand da Bordallo Pinheiro  e adereços para bolo de que falámos aqui

                          

ou todas estas peças do Piquenique de Aniversário aqui.


                        

E estas são algumas das nossas peças preferidas:


  





  

 


E agora que estão boquiabertos e fascinados com a Docinho de Açúcar, voltemos à conversa com a  Mónica.
 
 Tudo começou como uma brincadeira com o 1º aniversário do seu filho.
A Mónica é licenciada em Design Gráfico e Web Design. Trabalhava como Assistente de Relações Públicas no Casino Lisboa quando a  Docinho de Açúcar surgiu. Foi exactamente pelos horários (muito nocturnos) que decidiu  mudar de vida, arriscar tudo e abrir a loja. Conseguir passar mais tempo com os filhos, aliado ao gosto que tem pelos bolos e festas, foi a  motivação necessária a embarcar nesta aventura!

E nós só lhe temos a agradecer por ser tão aventureira.
Visitem a página de facebook, a loja on-line ou melhor, vão dar um passeio até aos Jardins da Parede e conheçam a loja física. Garantimos que vale muito a pena!


1. O que queria ser quando era criança?
Passava horas a desenhar e pintar. Dizia que queria ser artista.

2.      Melhores memórias de infância?
 As brincadeiras!  Adorava ir para a rua e brincar com os meus amigos (que ainda hoje se mantêm). Jogávamos muito às escondidas, à apanhada... com eles aprendi a andar de bicicleta. Crescemos todos juntos e recordamos imenso a nossa infância feliz.

3.      Livro infantil preferido?
Sem dúvida a colecção da Anita e “O principezinho”.

4.      Filme infantil preferido?
     
Mary Poppins, não era muito de filmes mas lembro-me de ver várias vezes.

5.      Música infantil preferida?

Ana Faria e os queijinhos frescos!!

6.      Brinquedo preferido em criança?


Lápis e papel sem dúvida! 

7.      Brincadeira preferida em criança?

Apesar de adorar desenhar, também brincava muito com as minhas bonecas. Fazia-lhes roupas e construía a sua casa com livros. Brincava também muito às receitas. No jardim, juntava relva, terra e fazia os mais variados “cozinhados”.

8.      Se pudesse voltar a ser criança o que faria?

Exactamente como fiz antes! Ser feliz como qualquer criança deve ser.

9.      Fontes de inspiração para o trabalho e para a vida?

Os meus filhos.
Para conseguir estar mais tempo com eles  arrisquei  mudar de vida e criei a docinho.  Os meus pais que sempre me apoiaram e continuam a apoiar.
Como em tudo na vida, o meu trabalho vivo-o com a alma. Veio de mim e de todo o meu esforço e dedicação. Para sermos felizes acho que não é preciso muito.

10.  Blogues e sites que segue habitualmente?

Tantos! Principalmente ligados às festas dos mais pequenotes.


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