terça-feira, 17 de dezembro de 2013

O Natal dos chiquérrimos Franceses...



Querida Tribo,

Não, não estivemos em Paris, mas vinha sentada ao nosso lado no avião uma típica senhora francesa (magra, loura, cabelo curto e com aquele estilo tão chique e blasé que só os franceses têm) que inspirou o nosso post de hoje.

french cafe flappers  i believe that I am from the wrong era. if I were to choose an era to come from based on style and self expression, life, art, music, etc. it would be the 1920s :)

Sim, sabemos que não é a nacionalidade mais simpática ou relaxada do mundo. Aliás, no top das reclamações dos turistas estão sempre os nossos queridos franceses.
Mas temos de reconhecer que em matéria de cultura e bom gosto, são imbatíveis.

E se já falámos aqui da icónica Sophie la Girafe, da nossa paixão pelo estilo clássico das crianças francesas, do “cirré jaune “da Petit Bateau e das nossas aventuras na Côte D´Azur não podemos deixar de falar do Natal em França, chique e clássico, obviamente.



Iluminações ultra-sóbrias, nada de Pais Natais e renas gigantes, carrosséis clássicos, uma perdição de montras de lojas de rua et c'est ça...simplement magnifique!

E expliquem como é que Portugal se deixou "americanizar" e perdeu qualquer influência francófona que tão bem nos fazia...
Reparem nos monumentos restaurados, nas esplanadas com mesas de palhinha ou ferro (nada de cadeiras de plástico, rattan sintético ou os execráveis ambientes chill-out no centro histórico), nas árvores de natal discretas e como o tempo parece ter parado.

E como o património das cidades europeias e de todo o o mundo deveria ser assim preservado....e não, não vamos fotografar a nossa baixa lisboeta ou cascalense e as "aldeias de Natal" que pululam pelo país, exactamente por ser Natal e gostarmos de sonhar com ambientes assim...





   





















 E falando da influência da cultura francesa  em Portugal em tempos idos, reparem nestas imagens.






Muito semelhantes às nossas imagens do presépio e dos Santos Populares, não são?

Chamam-se "Santons" são produzidos por artesãos no Sul de França e são elemento imprescindível nos lares franceses na altura do Natal, quando montam a "creche", i.é, o nosso presépio, com direito a musgo e laguinho de prata em papel alumínio, tal como nós fazemos ou fazíamos...).


Os moldes dos Santos mantêm-se inalterados desde o séc. XVII e passam de geração em geração de artesãos.

E qual é a sobremesa mais típica para os franceses no Natal?

O "Bûche de Nl " este icónico bolo que influenciou o nosso "Tronco de Natal" que ainda persiste nas nossas pastelarias nesta época.

A sobremesa foi inspirada no hábito de se deixar um tronco  na lareira enquanto a família assistia à Missa do Galo, na véspera de Natal.

E é com estas doces e apelativas imagens que os deixamos por hoje....


 






 



sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Pausa.



Querida Tribo,

Vamos andar em aventuras até 16 de Dezembro.

Partimos cheios de saudades vossas e prometemos contar todas as novidades aquando do nosso regresso.


Índios e Cowboys no Mãe-Me-Quer!



E porque o Natal também é uma época de surpresas, de cor e magia, é com muito prazer que revelamos uma das novidades ...

Vamos passar a colaborar regularmente com portal Mãe-Me-Quer!

E a nossa primeira sugestão já está on-line.

E tinha de ser sobre um dos nossos assuntos predilectos: decoração vintage de quartos de criança!







quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Um irresistível quarto de menina vintage

Somos fãs do Apartment Therapy – um site norte-americano que agrega sugestões de decoração e renovações de apartamentos e casas em todo o mundo.

Casas pequenas, grandes, mas todas reais, com peças reaproveitas ou encontradas em lojas de usados, velharias(até mesmo no lixo), com orçamentos familiares.
Tão reais  e à nossa escala que até o quarto do pequeno índio já apareceu lá.


          




Podem ver o artigo e fotografias  aqui.

E hoje publicamos o adorável e colorido quarto da Majas,  uma menina de 2 anos que mora no Utah.

Um quarto repleto de peças vintage de família e cheio de cor e livros para a pequena Majas crescer no seu mundo encantado.
A maioria das peças eram da sua mãe e algumas da avó.
Bem-vindos ao quarto mágico da Majas! 

                       

                        














segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

O Natal dos verdadeiramente ricos e famosos.


O famoso fotógrafo que que só fotografava  “pessoas atraentes fazendo coisas atraentes em lugares atraentes" na altura em que não havia Photoshop, nem vips saídos de reality shows, blogues, revistas cor de rosa e afins.

  

E aqui está uma das suas icónicas imagens numa piscina, obviamente, no dia de Natal.
Porque rico e famoso que se preze foge do frio e passa o Natal no calor.

Assim, como os Kennedy faziam.
Depois da maçada da festa oficial na Casa Branca fugiam para a praia, para Palm Springs, para esta simpática casa rodeada de palmeiras.


Podem saber mais sobre a casa aqui.

Aqui estão eles na cerimónia na Casa Branca já a pensar obviamente na praia...

            


E  aqui  em família, no dia de Natal, descontraídos, descalços, rodeados de crianças, embrulhos e cães, antes de darem um mergulho na piscina ou praia.
  





Mas depois também há um núcleo de ricos e famosos, mais tradicional, amante do frio e neve, dos fondues e cognacs à lareira, rodeados de cães, como neste momento capturado pelo Slims Aarons. Um fondue na neve.

              

E para os índios e cowboys mais tradicionais ( nós somos índios “tropicalistas”, não há nada a fazer e gostamos é do calor e praia como os Kennedy...) deixamo-los com estas inspirações da Ralph Lauren para um Natal verdadeiramente de luxo e conforto no meio do frio.

Aliás se estiverem pelos Estados Unidos e passarem por Chicago, têm de ir à loja da Ralph Lauren para uma verdadeira experiência sociológica do mundo dos verdadeiramente ricos e famosos.
Considerada a loja mais luxuosa do mundo da Ralph Lauren, nos seus 4 sumptuosos pisos não vão encontrar camisolas com cavalos xxl (essas devem ser todas para exportação para países de 3º mundo e emergentes), nem marcas visíveis ou ostensivas nos produtos.
Tudo discreto, só confeccionado com materiais e madeiras nobres, recheado de antiguidades, talheres de prata e, claro, a preços proibitivos para o nosso miserável euro…
Mas sejam bem-vindos. 
Afinal olhar ainda não paga impostos.
   



















 
  
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