sexta-feira, 11 de julho de 2014

5 dicas para fotografar crianças na praia

Quem acha que as  fotografias na praia são sempre parecidas, engana-se.

Sigam as 5 dicas para fotografar crianças na praia dos Índios e Cowboys e vão ver como a praia é um lugar repleto de oportunidades fotográficas.

1-Há dois horários essenciais para fotografar na praia: ao amanhecer e ao entardecer durante a chamada hora dourada ou mágica da fotografia
A praia tem menos veraneantes e terão efeitos mais interessantes de sombras e cores, principalmente ao fim do dia quando a luz se torna muito quente e todos ficam favorecidos.
Vão bem cedo para a praia, ou melhor, saiam quase à noite. Não queremos crianças a piscar olhos ou sombras na cara debaixo do sol intenso.

                     




2- Se querem fazer uma sessão digna de revista,  peça para que todos se vistam nos mesmos tons e género. Não precisam de ir todos  “matchy matchy”, mas vistam-se todos nos mesmos tons (camisas, túnicas e vestidos brancos de algodão resultam sempre bem) ou vistam os bebés e crianças (caso ainda deixem) em estilo marinheiro. 
      
       
  Usem e abusem de camisolas às riscas, calções com peitilho, jardineiras. Pode parecer uma piroseira digna de família Von Trapp, mas nós adoramos.  E, sobretudo,  evitem roupa com padrões,  logos ou números ostensivos e cores muito fortes e que contrastem demasiado com os tons quentes da praia.

                       
                      
                     


               
3- Procurem cenários alternativos: dunas, rochas, passadiços de madeira, barcos de pescadores. Fotografem as  pegadas e pormenores que contam a “história” do passeio como havaianas à beira da água, castelos de areia, óculos de sol, toalhas, bolas de Berlim, gelados… Apostem em acessórios naturais: chapéus e cestos de palha, barquinhos de madeira e as clássicas e fotogénicas barracas de lona de riscas.

                                 
                                
                          
            
4-Sujem-se de areia e  baixem-se. Se as crianças estiverem a brincar na areia ou à beira-mar, deitem-se de barriga perto delas e tirem fotografias desse ângulo.


5- Para as fotografias ficarem mais interessantes e criarem um efeito de profundidade, é importante utilizar um jogo de planos. O horizonte nunca deve ficar no meio da foto, e sim do meio para cima ou do meio para baixo, evidenciando um dos dois elementos: areia ou céu. Tentem focar no primeiro plano, conchas ou areia por exemplo para desfocar o plano de fundo.


            
E acima de tudo, divirtam-se!
Não há fotografias melhores do que crianças com cabelos ao vento, pés cheios de areia, lambuzados de gelado e com um sorriso enorme estampado no rosto.
  






   


  Todas estas fantásticas e inspiradoras imagens encontradas no Pinterest

quarta-feira, 9 de julho de 2014

La Madrague - a casa dos nossos sonhos de criança


Esta era a casa dos nossos sonhos em criança.


A dona da casa não sabe, mas moldou a nossa personalidade e a definição de paraíso.

Casa verdadeiramente solar, portadas sempre abertas, em frente à uma praia escondida, com um jardim frondoso e mediterrânico a rodear a piscina, e onde andássemos o ano todo descalços, de fato de banho, rodeados de cães e cavalos.


   




Teríamos um mini moke, muitos cestos e chapéus de palha, cadeiras de verga no jardim e seria Verão o ano todo.

                    

                  



Passávamos o dia na praia, líamos, ouvíamos música, conversávamos e jantávamos sempre à luz de velas e dedicavámo-nos à pintura e fotografia.



 




                

Descobrimos  a casa numa reportagem da Paris Match ou Hola que andava lá por casa, nos idos anos 70 e passávamos horas e horas a folhear a revista.

A casa é em Saint Tropez e a sua proprietária é a Brigitte Bardot.

Sim, a senhora que envelheceu muito mal: física e mentalmente e tem péssimo gosto político…mas era assim nos anos 70…
   
Esqueçam as “trendsetters” actuais que falam no estilo boho chic, boémio, gypset, nómada -não vão em imitações.
Foi aqui que tudo começou. 

                   


sexta-feira, 4 de julho de 2014

"Anita na Praia"



Se há livro que nos deteve horas a fim, foi este.

"Anita na Praia" resume através das aguarelas divinas de de Marcel Marlier todas as emoções, os cheiros, as texturas e a nostalgia daquelas férias intermináveis de 3 meses na praia.

Para ler, reler, passar aos mais novos e suspirar...

Um bom fim-de-semana para toda a Tribo!




































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