quarta-feira, 25 de junho de 2014

Viagens a SUL: Costa Vicentina e Tavira

Rumámos a Sul.
Fomos atrás do Sol.
Das noites quentes, dos céus estrelados e do cheiro a esteva no ar.
Descobrimos campos floridos, cavalos que vinham comer cenouras  e maçãs à nossa mão, praias infindáveis com grutas secretas, flores nas dunas da praia.















Espaços aconchegantes, decoração rústica, só com materiais naturais e  com cheiro a mar.












E praias desertas, quase selvagens.
Sem música, bares e  desportistas de beira de água.
Só nós, o mar, as dunas, milhares de conchinhas e as gaivotas.







                     

                    

E descobrimos o melhor projecto de Turismo de Portugal.
Perfeito para famílias alargadas, incluindo animais de estimação.
Uma aldeia abandonada que foi recriada com todo o pormenor, gosto e sensibilidade que julgávamos já não existir no meio de tanto SPA, Resort, Hostel Low Cost e empreendimentos de nomes estrangeirados.
Uma medalha de mérito de Projecto Turístico para a Aldeia daPedralva, por favor.
E que figure no Top das Boas Práticas de Turismo Sustentável.
E se por algum acaso nos lerem, passem a servir sumos naturais ao pequeno-almoço, por favor. Sumo de pacote não combina com a vossa Alma.


                           

                         

                      

                      

                   








 




                   

                  

                  








E  mais bela cidade do Sul e talvez de Portugal parecia enfeitada para nós.
Com coreto digno de romance sul-americano, bancos de jardim de madeira encarnados e os melhores gelados nacionais.

 








 




Restaurantes que pareciam saídos de revista de decoração e receitas de cozinha mediterrânica feitas com produtos biológicos, sazonais e do mercado, dignas dos melhores livros de culinária.
   
                                      

                                                   















E portas, tantas portas e janelas tão fotogénicas e cheias de história e simbolismos.

                

             
           

           

              
              
             
           
 E fica a pergunta no ar? O que fizeram ao nosso Litoral?

Porque é que a nossa Costa não é toda assim?
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